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Clínica Evoluir

promove tratamentos domiciliares especializados no Transtorno do Espectro Autista


FOTO ANDRÉ RENATO

O número de pessoas diagnosticadas com o Transtorno do Espectro Autista (TEA), mais conhecido como Autismo, tem aumentado exponencialmente no mundo todo, conforme apresentamos em reportagem na edição anterior de WIT. Uma a cada 36 crianças nascidas possuem TEA, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, publicado após a pandemia, um número muito maior do que os 1 para cada 56 registrados em 2020.


Neste cenário de crescentes demandas relacionadas a um transtorno de neurodesenvolvimento ainda pouco conhecido no Brasil e no mundo, surge a Clínica Evoluir, uma clínica multidisciplinar de intervenção precoce, pioneira em Maringá a promover terapias intensivas em âmbito domiciliar. Idealizado pelas profissionais Patrícia Geron (Psicóloga, CRP 08/10711) Sabrina Moreschi (Fonoaudióloga, CRFa 3-9499) e Renata Rodrigues (Psicóloga, CRP 08/17716), a clínica Evoluir trabalha com a Análise do Comportamento Aplicada (ABA) na intervenção terapêutica de indivíduos TEA, uma área do conhecimento científico mundialmente aceito como a melhor linha de abordagem para o tratamento de pessoas com atrasos de desenvolvimento. Dentro deste campo de pesquisas surge o Modelo Denver, uma ferramenta ABA voltada principalmente para um modelo de intervenção precoce focado em crianças de 1 a 5 anos com diagnóstico ou suspeita de TEA.


Apesar de ter sido criado na década de 1980 nos Estados Unidos, o Modelo Denver ainda é pouco conhecido no Brasil e no mundo. Em Maringá, Patrícia, Renata e Sabrina foram uma das primeiras profissionais a estudarem o Modelo Denver no ano de 2019 com o doutor Thiago Lopes, precursor do método no país. “Existe comprovação científica de que este método é o mais eficaz para a intervenção precoce em crianças TEA, que oferecemos na Evoluir como um modelo terapêutico intensivo e 100% personalizado para cada caso”, explica Patrícia.


Intensivo significa que em muitos casos existe a necessidade de execução de muitas horas semanais para garantir avanços efetivos no desenvolvimento da criança. Estamos falando em, no mínimo, 10 horas semanais de intervenção. O atendimento domiciliar é um fator importante para o desenvolvimento da criança, pois ela se sente mais confortável e demonstra comportamentos muitas vezes não visto no ambiente clínico, possibilitando também treinos de independência pessoal no ambiente da criança, favorecendo o aprendizado de maneira mais naturalista, sendo um facilitador também para os pais que não precisam se deslocar todos os dias. “A terapia ABA é baseada em princípios de comportamento, comprovados cientificamente, porém não se propõe a oferecer um passo a passo de como a intervenção deve ser conduzida, já que as intervenções são personalizadas a depender da criança e suas demandas específicas, é nesse cenário que entra o Denver, uma ferramenta ABA que oferece um protocolo de como atuar em contextos específicos”, explica Renata.


Em outros termos, após o processo avaliativo é construído um currículo que visa atender especificamente, e de forma personalizada, a demanda identificada na avaliação da criança. “Cada indivíduo é único e o TEA se manifesta de forma única em cada pessoa, por isso atuamos de forma multidisciplinar para fazer com que a pessoa autista, dentro de suas limitações, necessidades e características individuais, possa se desenvolver e adquirir habilidades de aprendizado e interações sociais”, explica Sabrina.


A aplicação do Modelo Denver em crianças ocorre em ambientes com interações dinâmicas, naturais e positivas, isso porque uma de suas principais características é ajudar as crianças a construírem um repertório comportamental, como a linguagem, compreensão, autonomia, independência, atenção, memória, flexibilidade, segurança, raciocínio, aptidões e habilidades sociais, emocionais e funcionais, tudo isso envolvido pelo ambiente acolhedor da afetividade e da relação de confiança que se desenvolve entre a criança e o terapeuta.

 

Patrícia Geron, Renata Rodrigues e Sabrina Moreschi, fundadoras da Clínica Evoluir, elas trabalham com crianças TEA há mais de 10 anos. Av. Dr. Gastão Vidigal, 3122  Maringá | (44) 99894-2963

 

 




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